Lindo demais!!!!!!!!!
quarta-feira, 28 de abril de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Depoimentos
Depoimento de Fainer Zebrowski Santos, aluno da
Escola M.E.F.Pe Arlindo Pochmann
Professoras Graciela da Luz de Abreu e Ioneti Santos de Vargas;
e, alguns alunos da Escola E.E.M.José do Patrocínio.
Professora Anelise Pogorzelski de Vargas,
Escola M.E.F. Pe Arlindo Pochmann.
Professora Gisele Fagan, E.M.E.F. Pe Arlindo Pochmann
Alunos da Turma 71.
Escola M.E.F.Pe Arlindo Pochmann
Professoras Graciela da Luz de Abreu e Ioneti Santos de Vargas;
e, alguns alunos da Escola E.E.M.José do Patrocínio.
Professora Anelise Pogorzelski de Vargas,
Escola M.E.F. Pe Arlindo Pochmann.
Professora Gisele Fagan, E.M.E.F. Pe Arlindo Pochmann
Alunos da Turma 71.
sábado, 27 de março de 2010
Memorial - Vida Profissional
Memorial - Vida Profissional
Profissionalmente, minha vida não foi muito fácil, pois comecei quando criança trabalhando com meus pais na agricultura, na plantação de fumo. Em 1989, Amaral Ferrador foi emancipado. Então, aos 23 anos de idade, surgiu a oportunidade de sair da lavoura e trabalhar numa Escola. Caminhava um km a pé até chegar na parada do ônibus, viajava de ônibus uns cinco km e descia, caminhava mais uns três km para chegar até a escola multisseriada. Nela, apenas eu e os alunos. Em janeiro de 1990 prestei concurso público, no Município, e em março já era professora concursada. Neste mesmo ano, comecei o Curso de Magistério na UNISC. Em 1991 fui transferida para trabalhar 40 horas noutra Escola, distante cinco km de minha casa, não havia nenhum transporte, comprei uma bicicleta, não deu certo, pois havia animais soltos na estrada, como: cachorros bravos, bois, vacas, touros. Não era sempre, mas levei vários sustos, porque tinha que passar por eles. Abandonei a bicicleta e ia a pé. Em 1993, prestei mais um concurso no Município, passei e fiquei mais tranquila. Novamente transferida, desta vez, para uma Escola melhor, E. M. de E. F. Colônia Santo Antônio; lá, durante a manhã, funcionava de 5ª a 8ª série, exercia a função de Diretora, Secretária, Monitora, às vezes Merendeira e Faxineira; à tarde de 1ª a 4ª série, desempenhava amesma função da manhã, mais a sala de aula com as turmas de 3ª e 4ª série. Em 1996 comecei o Curso de Letras na UFPel e passei a trabalhar Matemática de 5ª a 8ª série, na mesma Escola. No turno da tarde, passei a trabalhar na E.E.E.M. José do Patrocínio, com a 4ª série, a turma era "aquela" dos problemas, mas não desanimei, pois foi nesta Escola que fiz o "Ginásio", estava trabalhando, ou seja, era colega dos meus professores, me sentia o máximo quando um deles dizia que eu era o exemplo da Escola, que de aluna passei a ser colega, me sentia a tal.
Em 1999 fui, com as outras 20 horas, também para Sede do Município, para a E.M.E.F. Pe Arlindo Pochmann, desta vez para trabalhar Português de 7ª e 8ª séries e na Escola Estadual passei a trabalhar com a EJA e com o Ensino Médio, fazia estágio, pois estava concluindo Letras e começando o Curso de Pós em Literatura Brasileira, pela FAFOPEE e UFPel, na cidade de Camaquã. Não era nada fácil, comecei a acumular atividades que pareciam não ter fim. Mas, venci.
Em 2001, concluí o Pós e escrevi um artigo para o Livro "Algumas Páginas Mais", organização de Carmem Riegel e Rildo Cosson.
Percebi que estava me realizando profissionalmente, procurei fazer Mestrado, mas precisava de mais tempo e mais dinheiro; desisti. !!!!!!!!!!!!!
Em março de 2005, fui para a Secretaria Municipal de Educação, trabalhando como Supervisora, onde permaneço até hoje, mas pretendo me aposentar em sala de aula.
Sempre participo de Cursos, Palestras, Seminários, etc., com a finalidade de renovar, de inovar, de fazer melhor, de aprender mais. Um exemplo é o Gestar II que estou participando.
A Vida é um eterno aprendizado.
Profissionalmente, minha vida não foi muito fácil, pois comecei quando criança trabalhando com meus pais na agricultura, na plantação de fumo. Em 1989, Amaral Ferrador foi emancipado. Então, aos 23 anos de idade, surgiu a oportunidade de sair da lavoura e trabalhar numa Escola. Caminhava um km a pé até chegar na parada do ônibus, viajava de ônibus uns cinco km e descia, caminhava mais uns três km para chegar até a escola multisseriada. Nela, apenas eu e os alunos. Em janeiro de 1990 prestei concurso público, no Município, e em março já era professora concursada. Neste mesmo ano, comecei o Curso de Magistério na UNISC. Em 1991 fui transferida para trabalhar 40 horas noutra Escola, distante cinco km de minha casa, não havia nenhum transporte, comprei uma bicicleta, não deu certo, pois havia animais soltos na estrada, como: cachorros bravos, bois, vacas, touros. Não era sempre, mas levei vários sustos, porque tinha que passar por eles. Abandonei a bicicleta e ia a pé. Em 1993, prestei mais um concurso no Município, passei e fiquei mais tranquila. Novamente transferida, desta vez, para uma Escola melhor, E. M. de E. F. Colônia Santo Antônio; lá, durante a manhã, funcionava de 5ª a 8ª série, exercia a função de Diretora, Secretária, Monitora, às vezes Merendeira e Faxineira; à tarde de 1ª a 4ª série, desempenhava amesma função da manhã, mais a sala de aula com as turmas de 3ª e 4ª série. Em 1996 comecei o Curso de Letras na UFPel e passei a trabalhar Matemática de 5ª a 8ª série, na mesma Escola. No turno da tarde, passei a trabalhar na E.E.E.M. José do Patrocínio, com a 4ª série, a turma era "aquela" dos problemas, mas não desanimei, pois foi nesta Escola que fiz o "Ginásio", estava trabalhando, ou seja, era colega dos meus professores, me sentia o máximo quando um deles dizia que eu era o exemplo da Escola, que de aluna passei a ser colega, me sentia a tal.
Em 1999 fui, com as outras 20 horas, também para Sede do Município, para a E.M.E.F. Pe Arlindo Pochmann, desta vez para trabalhar Português de 7ª e 8ª séries e na Escola Estadual passei a trabalhar com a EJA e com o Ensino Médio, fazia estágio, pois estava concluindo Letras e começando o Curso de Pós em Literatura Brasileira, pela FAFOPEE e UFPel, na cidade de Camaquã. Não era nada fácil, comecei a acumular atividades que pareciam não ter fim. Mas, venci.
Em 2001, concluí o Pós e escrevi um artigo para o Livro "Algumas Páginas Mais", organização de Carmem Riegel e Rildo Cosson.
Percebi que estava me realizando profissionalmente, procurei fazer Mestrado, mas precisava de mais tempo e mais dinheiro; desisti. !!!!!!!!!!!!!
Em março de 2005, fui para a Secretaria Municipal de Educação, trabalhando como Supervisora, onde permaneço até hoje, mas pretendo me aposentar em sala de aula.
Sempre participo de Cursos, Palestras, Seminários, etc., com a finalidade de renovar, de inovar, de fazer melhor, de aprender mais. Um exemplo é o Gestar II que estou participando.
A Vida é um eterno aprendizado.
Memorial - Processo com a leitura
Processo com a Leitura
Meu primeiro contato com a leitura, ou melhor, com o livro foi quando criança. Minha irmã, mais velha, havia terminado de cursar a 4ª série, e eu peguei o livro dela, achava tudo muito bonito e guardava aquele livro. Já, meus dois irmãos mais velhos não deixavam seus livros expostos, guardavam no quarto, eu ficava curiosa, mas não podia ver. No ano seguinte, com seis anos de idade, fui para a escola e comecei a aprender as primeiras letras, então aquele livro começava a se tornar mais interessante. Quando comecei a ler as primeiras palavras, encontrei no livro um texto que comecei a decifrar palavra por palavra. Todos os dias eu pegava aquele livro e decifrava mais palavras. No final do ano, eu consegui ler o texto por inteiro. O texto era um Poema chamado Canção do Exílio de Gonçalves Dias.
Lembro-me de tudo, e nunca mais esqueci. Três anos depois, minha irmã foi morar em Porto Alegre e levou o livro. Mas, a Canção do Exilio ficou na memória.
Quando estava no Ginásio, no início da 8ª série, a Professora de Português pediu para ler um livro e fez o sorteio na sala, o meu era O tronco do ipê de José de Alencar. Foi o primeiro livro que li, depois não parei mais, vieram outros autores, como: Machado de Assis, Gregório de Matos, Aluísio de Azevedo, Lima Barreto e muitos outros.
Hoje, costumo ler, não com a mesma frequência que lia há alguns anos, pois ocupo a maior parte do tempo com o trabalho e a família e assim resta pouco tempo disponível para a leitura.
Talvez por não ter tido, desde cedo, um contato maior com a leitura é que me preocupo muito com os alunos, para que leiam, que tenham mais contato com livros.
Meu primeiro contato com a leitura, ou melhor, com o livro foi quando criança. Minha irmã, mais velha, havia terminado de cursar a 4ª série, e eu peguei o livro dela, achava tudo muito bonito e guardava aquele livro. Já, meus dois irmãos mais velhos não deixavam seus livros expostos, guardavam no quarto, eu ficava curiosa, mas não podia ver. No ano seguinte, com seis anos de idade, fui para a escola e comecei a aprender as primeiras letras, então aquele livro começava a se tornar mais interessante. Quando comecei a ler as primeiras palavras, encontrei no livro um texto que comecei a decifrar palavra por palavra. Todos os dias eu pegava aquele livro e decifrava mais palavras. No final do ano, eu consegui ler o texto por inteiro. O texto era um Poema chamado Canção do Exílio de Gonçalves Dias.
Lembro-me de tudo, e nunca mais esqueci. Três anos depois, minha irmã foi morar em Porto Alegre e levou o livro. Mas, a Canção do Exilio ficou na memória.
Quando estava no Ginásio, no início da 8ª série, a Professora de Português pediu para ler um livro e fez o sorteio na sala, o meu era O tronco do ipê de José de Alencar. Foi o primeiro livro que li, depois não parei mais, vieram outros autores, como: Machado de Assis, Gregório de Matos, Aluísio de Azevedo, Lima Barreto e muitos outros.
Hoje, costumo ler, não com a mesma frequência que lia há alguns anos, pois ocupo a maior parte do tempo com o trabalho e a família e assim resta pouco tempo disponível para a leitura.
Talvez por não ter tido, desde cedo, um contato maior com a leitura é que me preocupo muito com os alunos, para que leiam, que tenham mais contato com livros.
23/03/10 Oficina Livre
No dia 23/03 foi realizada mais uma Oficina Livre, desta vez um sarau, "Sarau Contos Gauchescos & Lendas do Sul", de João Simões Lopes Neto. As Cursistas pensaram em ralizar a Oficina com turmas do 3º ano do Ensino Médio, sendo que elas iriam apresentar para os alunos e professores dessas turmas.
No final do ano (2009), os alunos da 8ª série ouviram as Professoras Cursistas se organizando e comentando sobre o assunto e quiseram participar, pois já conheciam algumas lendas do autor.
Então decidiram realizar em conjunto, Cursistas e alunos. Por conta das alterações, o Sarau aconteceu nesta data, com a presença dos demais professores e sem a participação das turmas de 3º ano. Mas, foi muito lindo, ensaiaram, preparam o cenário e fizeram uma bela apresentação. Ao assistir o sarau, a Diretora da Escola, Profª Mabel Martins, pediu às Cursistas que façam novamente um Sarau, não somente com os professores e esta turma de 1º ano - hoje -, mas para todo o Ensino Médio, que possui 286 alunos. Pois ela gostou muito e quer que continuemos incentivando os alunos a desenvolver esse tipo de atividade na Escola.
Os Contos narrados e/ou encenados foram:
~> Trezentas onças ,
~> O boi velho,
~> Jogo do osso,
~> No manantial,
~> O mate do João Cardoso.
As Lenda do Sul foram:
~> A salamanca do Jarau,
~> O negrinho do pastoreio.
Uma das alunas levou o violão, que por sinal sabe tocar muito bem, e cantou algumas músicas aqui do Sul, como por exemplo: Gaúchos de coração.
No final do ano (2009), os alunos da 8ª série ouviram as Professoras Cursistas se organizando e comentando sobre o assunto e quiseram participar, pois já conheciam algumas lendas do autor.
Então decidiram realizar em conjunto, Cursistas e alunos. Por conta das alterações, o Sarau aconteceu nesta data, com a presença dos demais professores e sem a participação das turmas de 3º ano. Mas, foi muito lindo, ensaiaram, preparam o cenário e fizeram uma bela apresentação. Ao assistir o sarau, a Diretora da Escola, Profª Mabel Martins, pediu às Cursistas que façam novamente um Sarau, não somente com os professores e esta turma de 1º ano - hoje -, mas para todo o Ensino Médio, que possui 286 alunos. Pois ela gostou muito e quer que continuemos incentivando os alunos a desenvolver esse tipo de atividade na Escola.
Os Contos narrados e/ou encenados foram:
~> Trezentas onças ,
~> O boi velho,
~> Jogo do osso,
~> No manantial,
~> O mate do João Cardoso.
As Lenda do Sul foram:
~> A salamanca do Jarau,
~> O negrinho do pastoreio.
Uma das alunas levou o violão, que por sinal sabe tocar muito bem, e cantou algumas músicas aqui do Sul, como por exemplo: Gaúchos de coração.
quinta-feira, 25 de março de 2010
Oficina Avaliativa - 25/03/2010
Comecei a Oficina apresentando o vídeo "Professores - Anjos da Guarda " Leci Brandão, que é maravilhoso, comentamos sobre a letra da música e o papel do professor, as "multifunções" que enfrentamos diariamente nas escolas. Mas, é como disse o poeta Fernando Pessoa " Tudo vale a pena quando a alma não é pequena".
E, Valeu a pena sim ter participado do Gestar II, isto é o que eu digo, e é o que dizem as Cursistas nesta Oficina, porque quando se busca melhorar, aperfeiçoar-se, aprender mais é porque a alma não é pequena.
Cada Cursista falou do quanto melhorou o aprendizado dos alunos, a partir de trabalhos com textos, e perceberam que o texto é o ponto de partida, é a base para qualquer atividade de linguagem; ressaltaram que, agora isso ficou mais claro, conseguiram perceber melhor através das atividades realizadas a partir do Gestar II.
Comentaram que, no início, estavam receosas em aceitar a mudança, porque era uma maneira bem diferente do que estavam acostumadas a trabalhar ou ver o trabalho de outras, e isso se tornou um desafio, aos poucos foram experimentando e gostando, porque estava surtindo efeito na turma, os alunos gostaram e isso foi dando mais segurança e ao mesmo tempo motivando a continuar trabalhando com as atividades. A cada Oficina realizada, vinham perguntas, dúvidas e questionamentos, mas vinham também os resultados positivos nas atividades realizadas e apresentadas.
Confesso que até eu estava preocupada, porque lidamos com seres humanos e se algo desse errado, o que fazer? Foi um grande desafio, mas que bom que todo desafio tivesse um resultado positivo como foi o Gestar.
Vídeo "Professores"
"
E, Valeu a pena sim ter participado do Gestar II, isto é o que eu digo, e é o que dizem as Cursistas nesta Oficina, porque quando se busca melhorar, aperfeiçoar-se, aprender mais é porque a alma não é pequena.
Cada Cursista falou do quanto melhorou o aprendizado dos alunos, a partir de trabalhos com textos, e perceberam que o texto é o ponto de partida, é a base para qualquer atividade de linguagem; ressaltaram que, agora isso ficou mais claro, conseguiram perceber melhor através das atividades realizadas a partir do Gestar II.
Comentaram que, no início, estavam receosas em aceitar a mudança, porque era uma maneira bem diferente do que estavam acostumadas a trabalhar ou ver o trabalho de outras, e isso se tornou um desafio, aos poucos foram experimentando e gostando, porque estava surtindo efeito na turma, os alunos gostaram e isso foi dando mais segurança e ao mesmo tempo motivando a continuar trabalhando com as atividades. A cada Oficina realizada, vinham perguntas, dúvidas e questionamentos, mas vinham também os resultados positivos nas atividades realizadas e apresentadas.
Confesso que até eu estava preocupada, porque lidamos com seres humanos e se algo desse errado, o que fazer? Foi um grande desafio, mas que bom que todo desafio tivesse um resultado positivo como foi o Gestar.
Vídeo "Professores"
"
Apresentação dos Projetos e Avaliação - 22/03/2010
Iniciei a Oficina com o vídeo "Palavras" dos Titãs, e em seguida começamos as apresentações dos Projetos. Cada Cursista foi apresentando o seu e comentando por que escolheu o tema, como elaborou e aplicou com a(s) turma(s), o que deu certo, o que não e como procurou resolver ou amenizar a dificuldade. Algumas não tiveram nenhum problema durante a aplicação em sala de aula, a não ser os problemas de redação, como: concordância, sequência lógica, seguimento de ideias, marcas da oralidade, pontuação, acentuação, etc.. Sendo que, a maioria tentou sanar os problemas, encontrados na produção de textos, a partir dos erros dos alunos, com cuidado para não alterar a ideia e fazer com que o mesmo melhorasse seu texto. As Cursistas já trabalhavam com projetos , mas sempre com o tema indicado pela Escola, como por ex: Drogas ou então Campanha da fraternidade, etc.. E, sempre desenvolviam esses projetos com o grupo de professores da Escola, em conjunto nas diversas áreas (Matemática, Português, ciências,...).
Os temas trabalhados nos projetos foram: amizade, família e drogas.
Encerrei com o vídeo "Monte Castelo" Renato Russo.
Depoimentos de alunas da 5ª Série da
E.M.E.F. Pe Arlindo Pochmann.
Os temas trabalhados nos projetos foram: amizade, família e drogas.
Encerrei com o vídeo "Monte Castelo" Renato Russo.
Depoimentos de alunas da 5ª Série da
E.M.E.F. Pe Arlindo Pochmann.
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